Você paga o anúncio, a pessoa clica e cai num WhatsApp em branco. Eu desenho e programo a página que recebe esse clique e leva a paciente até o agendamento.
Na maioria das clínicas que eu analiso, em um destes três lugares. Nos três, quem acabou de clicar precisa trabalhar pra conseguir agendar.
Ela vê o feed, não vê preço e não vê onde agendar. Pra descobrir, tem que mandar mensagem e esperar.
Abre a conversa sem nenhuma mensagem escrita. Ela nem sabe o que perguntar, e fecha.
Doze procedimentos na mesma tela. Ela clicou por causa de um só, e agora tem que procurar.
Não é um site com tudo o que a clínica faz. É uma página só, que responde a pergunta que trouxe aquela pessoa até ali.
Qual procedimento, pra quem, e onde clicar. Sem rolar.
Antes e depois com o nome do protocolo. A prova vem primeiro, o botão depois.
Dói? Quanto tempo dura? Precisa de avaliação? Cada resposta ali é uma desistência a menos.
Com a mensagem já escrita, pra conversa começar no assunto certo.
Eu entendo a clínica, o procedimento que você quer anunciar e quem é a paciente.
Eu escrevo o que cada parte da página vai dizer, na ordem que faz a pessoa agendar.
Você vê a página inteira antes de eu programar qualquer coisa. Nada vai pro ar sem o seu ok.
Eu mesma programo. Sem passar pra ninguém, sem perder nada no caminho.
No seu endereço, pronta pra receber o clique do seu anúncio.
O valor final depende de quantos procedimentos a página precisa cobrir e de quanto conteúdo eu escrevo. A gente fecha isso na primeira conversa, antes de começar qualquer coisa. Pagamento em duas partes: metade pra começar, metade na entrega.
Eu olho onde ele deixa a paciente e te digo o que dá pra melhorar. Sem compromisso, e sem falar de preço antes de você pedir.